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StartAgro no GAF18 tem startups, debates e networking: veja a programação

GAF18

Programação da plataforma no GAF18 terá palestras, pitches e debates sobre tendências no universo de tecnologia para o agronegócio

 A StartAgro estará no Global Agribusiness Forum, que chega à sua 4ª edição, em São Paulo. Maior evento mundial do agronegócio, o GAF18 será realizado entre os dias 23 e 24 de julho, no Sheraton WTC Hotel.

A programação da plataforma terá palestras, pitches e debates sobre tendências no universo de tecnologia para o agronegócio. As apresentações de companhias e startups do agro serão no palco principal do GAF, e os paineis, no Lounge Plant, espaço de conhecimento e networking criado pela Plant Project.

A participação da StartAgro e da Plant Project complementam a programação do GAF, reforçando os pilares de inovação e tecnologia do evento.

Por isso, a programação da StartAgro traz protagonistas na área de inovação no agronegócio, como a Solinftec, Agrotools e SAP, grandes companhias que ocupam hoje posição de destaque no setor.

As startups escolhidas, por sua vez, são expoentes da nova geração de empreendedores AgTech. A Arpac, de São Leopoldo, desenvolveu um sistema de pulverização inteligente por meio de drones, e a Perfarm tem um software gratuito de gestão de fazendas que se promete ajudar na economia de custos e aumento da produtividade.

Os debates abordarão o impacto do blockchain do agronegócio e a importância de conectar os diferentes hubs de inovação espalhados pelo Brasil.

Com o tema “A ciência do campo a serviço do planeta: A ação é agora”, o GAF18 apresentará debates e palestras sobre o agronegócio mundial, buscando soluções para os desafios enfrentados no desenvolvimento socioeconômico global e propondo um futuro seguro para a cadeia agrícola do planeta, além de preservar o meio ambiente.

Confira abaixo a programação StartAgro

 Palestras no palco principal do GAF

 23/7

14h15 às 14h25: “Inteligência Artificial, o cérebro da fazenda conectada”, apresentação de Renato Hersz, Diretor de Estratégia e Corporate Development da Solinftec, empresa de agricultura digital. 

 14h25 às 14h28: Pitch de Eduardo Goer, fundador da Arpac Brasil, startup com sede em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul, que atua no setor de pulverização agrícola por meio de drones.

24/7

 14h15 às 14h25: “Agricultura da Informação: O Impacto do BigData na Gestão das Lavouras”, apresentação de Júnior Freitas, Head de Indústrias da SAP. 

 14h25 às 14h28: Pitch de Luiz Roberto Sodré, um dos fundadores da Perfarm, startup tecnologia para gestão de fazendas. Sodré é Zootecnista pela USP, Mestre em Economia Agrícola pela Universidade da California, Davis, e MBA pela Universidade de Michigan.

17h às 17h10: “AgFintech: Um Casamento para Mudar o Crédito Rural” Apresentação de Breno Féliz, sócio da Agrotools

PAINEIS

Local: Lounge Plant

Dia 23

12h às 13h: Conectar é preciso: por que é importante aproximar os polos de inovação espalhados pelo Brasil

O agronegócio brasileiro tem histórico de inovação. E, na atual onda AgTech, não poderia deixar de ser diferente. Em várias regiões do Brasil surgem hubs, muitas vezes participação direta de produtores, destinados a fomentar startups inovadoras. É o caso do AgTech Valley, em Piracicaba, do SRP Valley, de Londrina, e do programa AgriHub, do Mato Grosso. As universidades também cumprem um papel importante nesse processo. Como funcionam esses polos, como estimular o intercâmbio entre eles e por que isso beneficia toda a cadeia do agronegócio?

 Dia 24:

16h15 às 17h15: O que é blockchain e como essa tecnologia pode transformar o agronegócio”.

Espécie de livro de registro digital, o blockchain pode ajudar o agronegócio a se proteger de problemas e, ao mesmo tempo, elevar a competitividade e a eficiência das propriedades. Só para dar uma ideia, essa inovação – ao possibilitar a rastreabilidade de alimentos – pode evitar o impacto negativo na imagem provocado por operações como a “Carne Fraca”. Isso porque ela confere confiança e transparência a toda cadeia produtiva. Mas como isso funciona e como os produtores podem usar essa novíssima tecnologia?