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Airscout utiliza imagens multiespectrais para o manejo de culturas

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Fundada nos EUA pelo produtor, piloto e inventor Brian Sutton e trazida para o Brasil por Roberto Amaral, a Airscout faz o monitoramento agrícola durante a safra por meio da captação e do processamento de imagens multiespectrais em alta resolução por aeronaves tripuladas. O objetivo é colocar ferramentas de prescrição e diagnóstico nas mãos do produtor e do agrônomo. Saiba mais sobre a empresa.

Nome:

AirScout Brasil

O que faz:

Monitoramento agrícola durante a safra por meio da captação e do processamento de imagens multiespectrais em alta resolução por aeronaves tripuladas.

Que problema resolve:

  • Detecção precoce de problemas na lavoura, sejam eles causados por fatores bióticos (doenças e pragas) e/ou abióticos (irrigação, clima, compactação e deficiência nutricional).
  • Leitura de condições de solos descobertos para planejamento de atividades e operações.

Qual o diferencial:

A captação realizada por aeronave tripulada com um sistema e tecnologia própria. Outro diferencial é a Imagem Termal patenteada AirScout capaz de detectar variações de temperatura.

Quando foi fundada?

A startup começou em 2012 nos EUA e, em 2017, iniciou as operações no Brasil.

Quem são os fundadores e/ou sócios?

Brian Sutton: fundador da AirScout nos EUA.

Roberto Amaral: responsável por trazer a AirScout para o Brasil.

Quando foi seu momento eureka?

Roberto conta que Brian Sutton contratava serviços de monitoramento de sua lavoura, mas os resultados das imagens não permitiam uma ação efetiva na operação. Ele então decidiu realizar testes com câmeras termais e verificou que, com esses novos equipamentos, era possível detectar situações adversas antecipadamente e assim tomar decisões corretivas.

Estágio atual:  

Expansão de mercado.

Já recebeu investimento? 

Não.

Está em busca de investimento? 

Sim.

Setor em que atua e concorrências: 

A starup atua nos setores de sensoriamento remoto, tecnologia e monitoramento agrícola.

Os principais concorrentes são empresas dos setores de imagens capturadas por satélites e drones.

Principais desafios:

Introdução de novas tecnologias em um setor conservador, burocracia e conectividade.

Visão de futuro:

“O Brasil se tornará o maior provedor de alimentos do mundo e, para tanto, deverá aumentar e muito sua capacidade produtiva sem expansão de área agrícola. A agricultura de precisão será uma realidade e, nesse contexto, a ferramenta da AirScout será essencial”, afira o empreendedor.

O que sua startup gostaria de ser quando crescer?

“O maior fornecedor de imagens aéreas como insumo na cadeia produtiva de agronegócio”.

Qual foi o melhor momento da sua startup até hoje?

Segundo Roberto, a assinatura de contrato de parceria com a Agrosmart foi o principal momento da empresa até agora.

Qual foi o pior momento da sua startup até hoje?

Enfrentar a burocracia para criar uma empresa no Brasil”.

Quem deu o primeiro sim para a sua startup?

Nosso primeiro sim veio da COMIGO (Cooperativa Agroindustrial dos Produtores Rurais do Sudoeste Goiano), uma das maiores e mais bem estruturadas cooperativas agrícolas do Brasil”, conta Roberto.

E o primeiro não?

Foi de uma empresa do setor sucroalcooleiro, mas serviu como estímulo para desenvolvermos soluções específicas para a cultura de cana de açúcar.”